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Alumnus da U.Porto lança 3.º livro “De Conto a Romance”

Carlos Galinho Pires, alumnus da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, lançou o seu terceiro livro no passado dia 17, na Guarda, sua cidade-natal, estando o mesmo já à venda em Portugal e no Brasil. O livro chama-se “De Conto a Romance – Volume III” e segue o modelo dos anteriores, consistindo em 10 contos de temáticas e géneros muito variados (ficção científica, espionagem, comédia, drama, etc.).

Sinopse: Dez histórias multifacetadas compõem esta antologia. Um anti-herói coloca o Vigilante na posição de inimigo público número um. Uma adolescente, paraplégica e invisual, habituada aos desafios do dia-a-dia impostos pelas suas limitações, enfrenta novas e angustiantes adversidades que aceleram a sua independência e maioridade. Um homem submete-se a uma terapia de hipnose regressiva e recorda-se de uma parte da sua vida que fora deliberadamente apagada: ele serviu num programa governamental ultrassecreto denominado Solar Warden. Vários operacionais da proteção civil enfrentam um imprevisível e monstruoso incêndio florestal com origens ligadas a uma teoria da conspiração. O legado do Capitão Besteira continua com a sua sobrinha Júlia: a Cadete Traquina. A ousadia de Marta arruinou-lhe a curta carreira na PJ mas é considerada um talento pelo SIS, abrindo-lhe as portas da misteriosa espionagem portuguesa. Um autor ficcional é um romântico nato, sendo o explorador ideal na busca pelo amor verdadeiro; descubra, neste documentário em prosa, se é real ou fantasia. Uma cientista descobre como aceder à sua própria alma, no entanto, a humanidade ainda não está preparada para conhecer a sua natureza etérea. Duas famílias rivais demais para uma só junta de freguesia, uma confusão do catano, um verdadeiro western à pequena e à portuguesa! Um astronauta em órbita da Terra assiste ao fim do mundo provocado por um inesperado e gigantesco asteroide; sozinho, terá de sobreviver numa aventura em que o leitor decide o destino.

As fotos do evento poderão ser consultadas nos seguintes links:
https://www.facebook.com/media/set/?vanity=decontoaromance&set=a.946919516235575

https://www.facebook.com/BMELGuarda/posts/pfbid02yxJ3kEXeiJMq4HxcYjLGywHDAK6jM9ceLyJWRvcN6fxRZDSqPbQWGyNcnfzhZnj9l

Detalhes sobre o livro poderão ser consultados na página:

https://www.livrariaatlantico.com/ficcao/de-conto-a-romance-vol-iii

Mais informações sobre a coleção de livros poderão ser consultadas na página:
https://decontoaromance.carlosgalinho.pt

Podcast “Memórias U.Porto: Finalistas Online” – Miguel Nuno Cunha

Hoje temos connosco no “Memórias U.Porto:Finalistas Online”, o Miguel Nuno Cunha, mestre em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Atualmente, é Engenheiro Mecânico de Produto na Bosch Car Multimedia em Braga, a sua cidade natal.

O sonho de ser Engenheiro Mecânico nasceu ao acompanhar o pai desde tenra idade enquanto Diretor de Produção na indústria metalomecânica.

Ao longo do percurso académico foi colaborador e Presidente do NEEM-FEUP, o Núcleo de Estudantes de Engenharia Mecânica da FEUP, e, posteriormente, Vice-Presidente da AEFEUP, a Associação de Estudantes da FEUP. Estas foram, segundo o próprio, “as melhores escolas de problem-solving que poderia ter tido” e que capacitam os estudantes com ferramentas únicas para o mercado de trabalho. No âmbito da dissertação de mestrado fez uma incursão na investigação científica na área da biomecânica.

É um fã incondicional de desporto automóvel e tem como cidade de eleição, orgulhosamente, Braga.

Para conhecer o percurso do Miguel acompanhe-nos em: https://www.up.pt/casacomum/alumni-mundus/8-miguel-nuno-cunha/

Este é o “Alumni Mundus”, o podcast que pretende mostrar-vos o Mundo dos Alumni UP.

“Alumni Mundus” é uma série de podcasts que vai abordar diferentes temas e que pretende dar a conhecer a vida e os percursos dos Alumni da Universidade Porto. Este projeto é uma iniciativa do Gabinete Alumni da Reitoria, dos Gabinetes Alumni da Faculdade da Engenharia e do Gabinete de Comunicação e Imagem da Faculdade de Desporto, com a participação de todas as unidades orgânicas da Universidade do Porto e o apoio da Faculdade de Ciências e da Casa Comum. Na quarta série “Memórias U.Porto:Finalistas Online”, vamos contar as histórias de antigos estudantes que concluíram os seus estudos durante a pandemia e perceber de que forma é que esta influenciou as suas vidas pessoais e profissionais e que perspetivas têm para o futuro.”

Luís Gomes, humorista entre bits e bytes

No “Saberes além da U.Porto” de hoje vamos conhecer Luís Gomes, alumnus da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).  Nasceu no Pinhão, mas vive desde os 12 anos em Vila Nova de Gaia. Sempre quis ser engenheiro informático e em 2008 ingressou no Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação. Durante o curso colaborou com a Engenharia Rádio e fez parte de alguns grupos estudantis como a AEFEUP. E foi também durante a faculdade, em 2013, que teve o seu primeiro contacto com o stand up comedy. Chegou a trabalhar como investigador na área de data mining, mas o fascínio pelo humor, principalmente pelo humor “negro,” e a influência do programa “Levanta-te e ri” levaram-no a tentar a sorte como comediante. Já partilhou os palcos com grandes nomes do panorama do humor português. Em 2016 foi convidado para fazer parte do lineup do palco Caixa, dedicado exclusivamente à comédia, no Festival MEO Marés Vivas. Em 2017, fez parte da equipa de guionistas do Roast a Álvaro Costa realizado no Teatro Sá da Bandeira, tendo desde aí escrito para (quase) todos os grandes Roasts que se realizaram em Portugal: Roasts a Fernando Rocha, Miguel 7 Estacas, TOY e José Castelo Branco. Começou a trabalhar como guionista para outros humoristas, desde escrever textos de standup a sketches. Em 2019, foi co-autor, juntamente com o Fernando Rocha, de uma rubrica de humor na Rádio Estádio chamada “Estádio de Graça”. Em 2020, estreou um programa no Youtube chamado Copo Meio Cheio, cuja primeira temporada contou com mais de meio milhão de visualizações. Para além disso, mantém um formato de crónicas regular em texto e vídeo chamado “Nem sabes de onde elas caem”, assim como um podcast de seu nome “É o que é”. Presença regular no programa Pi100Pé do Fernando Rocha, faz espetáculos de stand up comedy, apresenta galas e festivais e trabalha como guionista.

No meio de tanto humor, ainda conseguiu co-fundar a ikuTeam, uma empresa onde é CTO.

Para conhecer melhor Luís Gomes e a sua veia humorística, acompanhe-nos em: https://www.up.pt/casacomum/alumni-mundus/5-luis-gomes/

Este é o “Alumni Mundus”, o podcast que pretende mostrar-vos o Mundo dos Alumni UP.

“Alumni Mundus” é uma série de podcasts que vai abordar diferentes temas e que pretende dar a conhecer a vida e os percursos dos Alumni da Universidade Porto. Este projeto é uma iniciativa do Gabinete Alumni da Reitoria, dos Gabinetes Alumni da Faculdade da Engenharia e do Gabinete de Comunicação e Imagem da Faculdade de Desporto, com a participação de todas as unidades orgânicas da Universidade do Porto e o apoio da Casa Comum. Na terceira série “Talentos Além da U.Porto” , fomos procurar  e ouvir as histórias de antigos estudantes que encontraram um talento em áreas e temas muitos diferentes da sua formação e  profissão.

A “Química” entre engenheiros no “Alumni Mundus”

No segundo episódio da segunda série do Alumni Mundus “Amor à U.Porto”, vamos conhecer a Ana Feliciano e o Pedro Afonso, que estão juntos há 17 anos e que hoje vivem em Madrid. Ana, de Ermesinde, e Pedro, de Bragança, conheceram-se na época de exames do Mestrado Integrado em Engenharia Química na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e o seu amor sedimentou-se por interesses que tinham em comum, entre eles a praxe e as actividades académicas. O primeiro beijo foi trocado no telhado do Bloco B da FEUP…  e a partir daí, nada foi igual! Entre altos e baixos, muitas aventuras e histórias para contar, agora a 5… o Amor à UP será para sempre!

Para saber mais sobre esta história de amor, acompanhe-nos em: https://up.pt/casacomum/alumni-mundus/

3.º Episódio do “Alumni Mundus” leva-nos ao mundo da engenharia

No terceiro episódio da primeira série “Viagem à U.Porto”  vamos descobrir os percursos surpreendentes da engenharia pela voz de Daniel Campos, alumnus da Faculdade de Engenharia da U.Porto. O Engenheiro Civil, que passou por Moçambique, vive atualmente no Qatar com a família, onde é Diretor Geral na ELAN URBAN.  Fique a conhecer as aventuras de Daniel Campos no podcast “Alumni Mundus”.

Este é o “Alumni Mundus”, o podcast que pretende mostrar-vos o Mundo dos Alumni U.Porto.

 “Alumni Mundus” é uma série de podcasts que vai abordar diferentes temas e que pretende dar a conhecer a vida e os percursos dos Alumni da Universidade Porto. Este projeto é uma iniciativa do Gabinete Alumni da Reitoria, dos Gabinetes Alumni da Faculdade da Engenharia e do Gabinete de Comunicação e Imagem da Faculdade de Desporto, com a participação de todas as unidades orgânicas da Universidade do Porto e o apoio da Casa Comum. A primeira série “Viagem à U.Porto” leva-nos a descobrir percursos de Alumni dos diferentes cursos da U.Porto em estórias de vida que se entrelaçam em percursos únicos.

Alumnus da U.Porto lança livro de contos

Carlos Galinho Pires, alumnus da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, lançou o seu segundo livro na Guarda, sua cidade-natal, estando o mesmo já à venda em Portugal e no Brasil. O livro chama-se “De Conto a Romance – Volume II” e segue o modelo do primeiro, consistindo em 10 contos de temáticas e géneros muito variados (ficção científica, fantasia, romance, comédia, drama, etc.).

Sobre o livro:

Dez histórias multifacetadas compõem esta antologia. Um mulherengo, após mais uma conquista descartável, vê a sua vida transformada num inferno. Um diário regista as incríveis e irresponsáveis aventuras de um pré-adolescente com criatividade em excesso. Um guarda-noturno torna-se num super-herói com o intuito de defender o seu bairro. Uma experiência científica pretende conceber famílias monoparentais com recurso à fertilização natural. Uma ginasta fica em coma perdendo o final da sua adolescência; quando acorda luta por regressar à competição enquanto tenta controlar uma paixão intensa e extasiante. Abílio é um génio descontente com a sociedade que acaba por se clonar insaciavelmente, dando origem a uma cidade-estado considerada por muitos como uma verdadeira utopia. Uma civilização interestelar à beira da extinção, encontra salvação num planeta; a celeridade que a sua missão exige tem como consequências a manipulação desmesurada de ecossistemas e de códigos genéticos, resultando na criação inadvertida de uma nova civilização que aos poucos pretende ser algo mais. Isabel é uma estrela em ascensão da música pop descontente com a sua garantida e fabricada carreira; Alexandre é um introvertido one-man band que se torna na sua grande inspiração. A trilogia Escribas do Destino tem o seu desfecho com os dois últimos capítulos da saga.

Sobre o autor:

Carlos Galinho Pires, nasceu em 1987 e dividiu a infância e a adolescência entre a cidade da Guarda e a aldeia de Vale de Estrela. Atualmente reside no Porto. Na escola, o seu exercício favorito de Língua Portuguesa era a composição, que usava para domesticar a sua imaginação fértil. No entanto, só mais tarde, já na faculdade, a criatividade irrequieta se manifesta, quando é incentivado pelos colegas a escrever regularmente num blogue de humor. Cada vez com mais gosto pela arte da redação, é após frequentar um curso de escrita criativa que descobre que não pode viver sem ela, e começa a escrever contos de ficção com alguma regularidade. Desde então, este engenheiro informático de profissão nunca mais parou, sendo esta obra a sua 2ª coletânea.

Fonte: https://www.chiadobooks.com/autores/carlos-galinho-pires

Mais informações sobre a coleção poderão ser consultadas no Facebook:
https://www.facebook.com/decontoaromance

Mais detalhes sobre os livros podem ser encontrados nos seguintes links:

Livro 1: https://www.chiadobooks.com/livraria/de-conto-a-romance

Livro 2: https://www.chiadobooks.com/livraria/de-conto-a-romance-vol-ii

Miguel Xavier

Alumnus da FEUP conquista bolsa Marie Curie

O investigador português Miguel Xavier, mestre em Bioengenharia – ramo de Engenharia Biomédica – da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), foi recentemente distinguido pela Comissão Europeia com uma bolsa individual Marie Curie no valor de 160 mil eurosGASTRIC é o nome do projeto premiado, focado no desenvolvimento de um dispositivo automatizado que simula a digestão e absorção intestinal de fármacos ou suplementos alimentares ingeridos oralmente.

“A partir deste dispositivo, será possível prever se um determinado composto ativo é devidamente digerido e absorvido e se se torna disponível para atingir, por exemplo, um órgão-alvo. Com um dispositivo deste tipo, espera-se, por um lado, conseguir acelerar o tempo necessário para o desenvolvimento de novos fármacos ou suplementos e, por outro lado, reduzir a necessidade de recorrer a estudos com animais para fazer essas mesmas previsões.”, esclarece o investigador.

O projeto, a ser desenvolvido por Miguel Xavier e restante equipa de investigação no Laboratório Internacional de Nanotecnologia (INL), em Braga, conta ainda com dois parceiros no Reino Unido: a farmacêutica GlaxoSmithKline e a Universidade de Southampton, estabelecimento de ensino onde concluiu o doutoramento em 2018.

“Tinha a esperança de ser bem-sucedido”

Para Miguel Xavier, a conquista da bolsa Marie Curie constitui “um motivo de orgulho”, uma vez que se trata de um prémio competitivo e de elevada reputação. “O prestígio associado a estas bolsas e também a alta competitividade que lhes é característica motivaram-me a apresentar a minha candidatura. As expetativas foram sempre muito comedidas devido à baixa taxa de sucesso, que é normalmente abaixo dos 10%. Mas, claro, tinha a esperança de ser bem-sucedido e de conseguir financiamento para suportar a minha investigação”, revela o investigador português.

E, de facto, sucesso é algo que não tem faltado a Miguel Xavier: em março de 2017 foi distinguido no Parlamento Britânico com uma medalha de ouro no âmbito da competição “STEM for Britain”, que premeia jovens investigadores pela excelência do trabalho de investigação. Fruto do seu trabalho final de doutoramento, o projeto visou na altura o desenvolvimento de um chip de microfluídica para o isolamento de células estaminais da medula óssea.

“Olhando para trás, percebo a relevância deste projeto, uma vez que no Reino Unido já são utilizadas células da medula para promover a regeneração óssea no contexto de cirurgias de colocação de prótese total da anca. A taxa de sucesso destas cirurgias é muito elevada, mas, em pacientes com idade mais avançada, quando a capacidade de regeneração óssea já é mais reduzida, pode haver problemas na integração da prótese na matriz óssea. E é aí que o tratamento com células estaminais da medula do próprio paciente pode ser revolucionário.”, admite Miguel Xavier.

Agora, com um projeto de grande envergadura e 160 mil euros na mão, o futuro avizinha-se promissor para o investigador e alumnus da FEUP. “O próximo passo, e o mais importante, é executar este projeto com sucesso. Vou ainda procurar cimentar as relações profissionais que criei no Reino Unido, aproveitando também para aprender novas técnicas e obter conhecimento que me poderão ajudar mais tarde”, conclui.

Fonte: Portal de Notícias da U.Porto

Rui Calçada

Professor da FEUP distinguido com o Prémio Robert Moskovic 2020

A Sociedade Europeia de Integridade Estrutural (ESIS), através do comité técnico ESIS TC12, atribuiu a Rui Calçada, Professor Catedrático e diretor do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), o Prémio Robert Moskovic 2020, como reconhecimento pelas suas contribuições destacadas na área da “Integridade de Infraestruturas e Estruturas Ferroviárias”.

“É para mim um enorme motivo de orgulho ter sido um dos vencedores do Prémio Roberto Moskovic 2020. Este prémio é extensível aos investigadores da unidade de I&D CONSTRUCT com quem tenho tido prazer de trabalhar ao longo destes anos. Agradeço aos membros do comité técnico ESIS/TC12 por esta honrosa distinção”, admite Rui Calçada.

Para o também diretor do departamento de Engenharia Civil da FEUP, o galardão representa igualmente “um incentivo para continuar a desenvolver, ainda com mais empenho, investigação na área da integridade estrutural de infraestruturas ferroviárias e ajudar a afirmar a FEUP como uma instituição de referência internacional neste domínio”.

Com 20 anos de experiência profissional relevante, Rui Calçada tem-se notabilizado na criação de modelos avançados de análise da interação dinâmica comboio-infraestrutura. É coordenador do Centro de Saber da Ferrovia da FEUP e foi um dos principais impulsionadores da Plataforma Ferroviária Portuguesa.

Investigador responsável de 12 projetos de investigação e membro da equipa de 10 projetos de investigação na área da ferrovia, Rui Calçada é Diretor do Programa Doutoral i Rail. Foi o responsável pela participação da FEUP em projetos europeus de grande envergadura no setor da ferrovia: CAPACITY4RAIL, IN2RAIL, RISEN, IN2TRACK2 e na Joint Undertaking SHIFT2RAIL. Ao longo da sua carreira orientou 16 teses de doutoramento e é autor de mais de 300 publicações técnicas e científicas.

Criado em 2018, em homenagem ao fundador do comité técnico ESIS TC12, o Prémio Robert Moskovic visa homenagear as contribuições extraordinárias de investigadores e engenheiros nas áreas de Análise de Risco e Segurança de Estruturas.

Além de Rui Calçada, a edição deste ano distinguiu ainda os professores Malcolm Neil James, da Universidade de Plymouth (Reino Unido), e Vladimir Moskvichev, da Academia de Ciências da Rússia.

Fonte: Portal de Notícias da U.Porto

Pedro Camanho

Pedro Camanho eleito ‘fellow’ da sociedade de aeronáutica mais antiga do mundo

O investigador Pedro Camanho,  vice-presidente do INEGI – Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial, Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), foi eleito fellow da Royal Aeronautical Society, uma instituição britânica profissional e multidisciplinar dedicada à comunidade aeroespacial global.

O título de fellow corresponde ao grau mais elevado atribuído por aquela que é a sociedade de aeronáutica mais antiga do mundo. No grupo dos eleitos cabem apenas profissionais com contribuições notáveis para o avanço da aeronáutica.

Nesta área, Pedro Camanho tem vindo a destacar-se pelo estudo e desenvolvimento de materiais compósitos avançados, contribuindo para a criação de novas estruturas de alto desempenho e com baixo peso que atendam aos severos requisitos de resistência mecânica.
Professor Catedrático da FEUP desde 2014, Pedro Camanho é ainda presidente do Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica (LAETA) e Diretor da área de ‘Space-Earth Interactions’ do programa UT Austin Portugal.

Esta distinção junta-se às muitas outras que o docente e investigador já soma, nas quais se inclui o Prémio de Excelência Científica da Universidade do Porto, que recebeu no início deste ano.

Fundada em 1866, a Royal Aeronautical Society é a mais antiga sociedade de aeronáutica do mundo. Tem como missão promover os mais altos padrões profissionais, fornecer uma fonte única de informações especializadas e um fórum para o intercâmbio de ideias.

Fonte: Portal de Notícias da U.Porto

Alumnus da FEUP vence Prémio Inovação Jovem Engenheiro 2019

Aires Colaço, investigador doutorado do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), foi recentemente distinguido com o Prémio Inovação Jovem Engenheiro 2019, atribuído pela Ordem dos Engenheiros – região Sul . O galardão – no valor de 10 mil euros – é entregue anualmente aos autores dos melhores trabalhos de investigação elaborados por licenciados em engenharia com menos de 35 anos.

Na base desta distinção esteve o trabalho desenvolvido por Aires Colaço na unidade de investigação CONSTRUCT, com o título ”Metodologia numérica integrada para a previsão e mitigação de vibrações e ruído re-radiado induzidos por tráfego ferroviário”. Trata-se de uma metodologia numérica capaz de simular – de uma forma integrada e eficiente – “os fenómenos de geração e propagação de vibrações induzidas por tráfego ferroviário, a sua interação com os edifícios e, numa fase mais avançada, prever os níveis de vibração e ruído re-radiado alcançados no interior dos mesmos”, explica o jovem investigador.

O facto de estes dois fenómenos estarem profundamente interligados “recomenda uma abordagem conjunta no estudo dos efeitos nefastos induzidos nos habitantes”, continua Aires Colaço. No caso de se verificarem níveis elevados dos fenómenos retratados, que não respeitem a regulamentação em vigor, “a ferramenta implementada permite o dimensionamento de medidas de mitigação”.

Esta ferramenta avançada tem sido utilizada em problemas reais de Engenharia, com um amplo campo de aplicação prático, permitindo a análise dinâmica e geotécnica de sistemas ferroviários em geral, “colocando a Engenharia nacional neste domínio ao nível das melhores práticas mundiais. Prova disso, são os trabalhos recentemente concluídos para a empresa Mott-MacDonald, no âmbito da linha de alta velocidade em desenvolvimento no Reino Unido (HS2), e para a Metro do Porto, no âmbito da expansão da rede existente”, realça Aires Colaço.

Relativamente à conquista do Prémio Inovação Jovem Engenheiro 2019, o investigador de 31 que anos considera que se trata do “reconhecimento do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido, sendo um enorme motivo de orgulho ser contemplado com um prémio com este prestígio”.

“Apesar de ser um prémio atribuído em nome individual, é também o reflexo do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na unidade de investigação CONSTRUCT, com o contributo de diversos colegas e sob orientação dos Professores Pedro Alves Costa e Rui Calçada, aos quais agradeço publicamente todo o apoio”, conclui.

Sobre o Prémio Inovação Jovem Engenheiro

Promovido desde 1990, pelo Conselho Diretivo da Região Sul da Ordem dos Engenheiros, este galardão vem reconhecendo, ao longo das últimas três décadas, os melhores trabalhos elaborados por jovens engenheiros que se destaquem, entre outros critérios, pela originalidade/carácter inovador, aplicabilidade/utilidade prática e mérito técnico-científico. Tendo como foco principal a dinamização da capacidade inovadora dos jovens engenheiros.

Fonte: Portal de Notícias da U.Porto